Marta Suplicy relata novo crime e volta a defender criminalização da homofobia

Da Agência Senado
Dakota Cochrane lutador TUF (Foto: Divulgação)Senadora Marta Suplicy PT/SP (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
A senadora Marta Suplicy voltou a defender nesta terça-feira (3) a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, que criminaliza a homofobia. A fala da senadora foi motivada pelo assassinato de Lucas Ribeiro Pimentel, de 15 anos. Assumidamente gay, o jovem foi torturado e morto em Volta Redonda (RJ). Segundo a polícia civil, que investiga o homicídio, há indicativos de motivação homofóbica.

"Essa questão da violência contra os homossexuais mostra cada vez mais a necessidade de se votar nesta casa o projeto de combate à homofobia" afirmou a senadora, que citou outros casos recentes.

Marta Suplicy lembrou o fato de o crime ter sido cometido na última quinta-feira (28), dia em que se realizou, na Câmara, audiência pública para discutir a revogação de normas do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbem profissionais da área de propor tratamento para 'curar' a homossexualidade.

"Nos deixa consternados haver uma audiência pública para um tema sobre o qual absolutamente não é necessário ter discussão" criticou.

A audiência gerou polêmica e apenas dois dos cinco convidados participaram do debate. Um dos palestrantes seria o presidente do CFP, Humberto Verona. A entidade, no entanto, enviou um manifesto de repúdio à comissão e classificou a audiência como “falso debate” unilateral.

 
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