Bens de Cássia Eller podem gerar nova disputa na Justiça

Do Gay1 Entretenimento, com Flavio Ricco

Dakota Cochrane lutador TUF (Foto: Divulgação)Cássia Eller durante show (13/7/2001) (Foto: Wilton Junior/ Associate Press)
Cássia Eller, falecida em dezembro de 2001, deixou um filho, Chicão – Francisco Ribeiro Eller, que ela teve com o baixista Tavinho Fialho.

Depois da sua morte, a antiga companheira de Cássia, Maria Eugênia, e o pai da cantora, Altair Martins Eller, oficial do Exército, passaram a disputar a guarda da criança na Justiça, assunto bastante comentado no início da década passada. E se decidiu, na oportunidade, pela guarda provisória compartilhada. A criança ficaria no Rio com Maria Eugênia, mas poderia visitar o avô, em Fortaleza, em datas acertadas. E assim foi.

Em 2011, fez 10 anos sem Cássia Eller, veja especial do Gay1 e ouça músicas da cantora

Acontece que o Chicão atingiu em 2012 a sua maioridade. Durante os últimos 11 anos, Maria Eugênia também ficou responsável por tudo que diz respeito ao patrimônio da Cássia, como royalties por direitos autorais, vendas de disco etc. A Justiça, diante deste quadro e considerando que o Chicão agora tem total capacidade de exercer seus direitos, decidiu que a antiga companheira de Cássia terá que prestar contas da administração desses bens em 30 dias, sob pena de desobediência.

+Cássia
Cássia Eller foi considerada uma das maiores cantoras da música pop brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro, em 1962, e viveu em diversas cidades acompanhando o pai militar, até chegar a Brasília, aos 18 anos. Na capital federal, iniciou os primeiros passos na carreira, cantando em coral, ópera, bares, banda de samba e forró, trio elétrico e em um espetáculo criado por Oswaldo Montenegro. Seu talento ganhou repercussão nacional no primeiro álbum, de 1990, quando gravou uma versão da música Por Enquanto, da Legião Urbana. Cássia gravou 11 discos e era a intérprete preferida de muitos compositores, como Nando Reis. Em dezembro de 2011, aos 39 anos, morreu vítima de três paradas cardíacas. Um dos principais espaços culturais de Brasília, a sala Funarte, ganhou o nome da cantora, em homenagem à ex-moradora ilustre da cidade.
 
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