Rogéria lembra transa com mulher e fala sobre readequação sexual: ‘Quero continuar mantendo o pinto’

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Rogéria, aos 69 anos, ela se diz contra a cirurgia de readequação sexual (Foto: Divulgação)Rogéria, aos 69 anos, ela se diz contra a cirurgia de readequação sexual (Foto: Divulgação)
Rogéria atingiu o sucesso como atriz e vedete nos anos 70 e 80 levantando bandeiras. Hoje, aos 69 anos, ela se diz contra a cirurgia de readequação sexual e afirma que nunca pensou em se tornar uma mulher de fato. “Nunca poderia ser transexual. Nunca pensei em ser mulher. Eu sou Astolfo Barroso Pinto, e quero continuar mantendo o pinto (risos). Imagina fazer aquela operação, sentir dores, e, no final, não ficar com uma vagina como a de uma mulher, mas com uma espécie de buraco negro”, declara a atriz ao site do dramaturgo Aguinaldo Silva.

Bem-humorada, Rogéria contou que já teve a oportunidade de realizar a cirurgia, e que já foi até aconselhada a fazê-la. “Nos anos 70, em Madri, eu estava fazendo muito sucesso num show. Aí, o empresário, quando soube que eu não era operada, falou: ‘Opera-te, Rogéria. E você ainda será uma estrela da TV espanhola’. E descobri que ali todas eram operadas. Ele ficou insistindo, eu disse que queria muito ver a neve em Paris, e voltaria operada. Não voltei, né?”, diverte-se ao lembrar.

Rogéria narrou ainda a única experiência sexual que teve com uma mulher. O "sacrifício" aconteceu em Paris e, lhe rendeu um apartamento novinho no Brasil. Ela explica:
“O marido dela me propôs dar o dinheiro de um triplex aqui no Brasil se eu transasse com ela. Eu disse que não. Ele insistiu, insistiu, mas quando viu que não ia acontecer, perguntou se ela poderia ficar nos olhando na cama. Bom, até aí… Só que ela ficou no quarto ao lado. Menina, o homem estava me beijando, abraçando, fazendo carícias, e eu, deitada na cama, quando a mulher veio do nada e sentou-se em cima de mim, começou a subir e descer, apertar os meus seios, e gritar feito louca. E eu, estática, de olhos fechados, com aquele homem me beijando, acariciando, mas doida pra sair dali. Comecei a pensar numa daquelas piscinas romanas enormes, em volta aqueles homens maravilhosos, e eu mergulhando… Enquanto isso, ela passou a fazer pompoarismo, que eu não sabia como era. Aí, pensei: ‘Que é isso? Será que ela vai cortar o meu pinto, apertando desse jeito? E não parava de apertar e soltar, um horror!’. Mas, mesmo assim, fui até o final. Ele me deu o dinheiro, e comprei o apartamento, quando voltei ao Brasil. Definitivamente, mulher não é a minha (risos)”.
 
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