Alemanha autoriza gay e lésbica a adotar filho adotado por seus cônjuges

Adoção de uma criança por um casal do mesmo sexo continua ilegal.
Corte Constitucional rejeitou críticas da Associação Alemã de Famílias.


Da France Presse
Gabriele Britz, Ferdinand Kirchhof e Reinhard Gaier, juízes do Senado, antes de anunciar a decisão no Tribunal Constitucional Federal (Foto: AFP PHOTO / ULI DECK GERMANY OUT)Gabriele Britz, Ferdinand Kirchhof e Reinhard Gaier, juízes do Senado, antes de anunciar a decisão no Tribunal Constitucional Federal (Foto: AFP PHOTO / ULI DECK GERMANY OUT)
A Corte Constitucional Federal da Alemanha autorizou nesta terça-feira (19) que lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais alemães que adotem o filho já adotado por seu cônjuge.

A adoção de uma criança por um casal de do mesmo sexo continua, entanto, sendo ilegal na Alemanha. No entanto, os juízes da Corte Constitucional consideraram inconstitucional da lei que proibia LGBTs de adotar o filho adotado por seu cônjuge, algo que é permitido aos casais heterossexuais.

Uma lésbica que adotou um menino na Bulgária e um gay que adotou outro na Romênia entraram com uma ação depois que seus respectivos cônjuges foram proibidos de adotar as crianças em questão.

A Corte Constitucional rejeitou ainda as críticas da Associação Alemã de Famílias (DFV), que assegura temer pela criação de um menor por um casal com duas pessoas de mesmo sexo.

 
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