Juiz autoriza que menina seja registrada por um gay e um casal de lésbicas nos EUA

Os três serão registrados na certidão de nascimento da jovem.

Do Gay1, com Agências Internacionais
Pai Massimiliano Gerina, ao lado de mãe biológica Maria Italiano, do juiz Antonio Marin, e da segunda mãe, Cher Filippazzo (Foto: Reprodução/Facebook)Pai Massimiliano Gerina, ao lado de mãe biológica Maria Italiano, do juiz Antonio Marin, e da segunda mãe, Cher Filippazzo (Foto: Reprodução/Facebook)
Uma bebê de um ano e 11 meses tornou-se nesta sexta-feira filha de três pessoas no estado da Flórida, nos EUA. Na certidão de nascimento da criança, serão registrados os nomes de um casal de lésbicas Maria Italiano e Cher Filippazzo, e do pai biológico Massimiliano Gerina, que doou o esperma. De acordo com o “Miami Herald”, as duas se casaram em Connecticut e teriam passado por inúmeras tentativas fracassadas de engravidar. Por isso, pediram a contribuição do amigo para que pudessem ter um bebê.

"Nós estamos criando um novo conceito de família. Se duas mulheres querem o reconhecimento da maternidade, listadas como número 1 e número 2, isso não exclui que o homem seja listado como o pai" disse Karyn J. Begin, representante de Gerina na Justiça.

A inseminação foi doméstica e, meses depois, Maria descobriu que estava grávida. Segundo as leis da Flórida, doadores não tem nenhum direito ou responsabilidade em relação à criança gerada. No entanto, Gerina fez questão de não abrir mão da paternidade.

"Quando me deram os documentos que me fariam perder todos os meus direitos com o bebê, eu não assinei" afirmou Gerina.

Antes de posar para fotos com os três pais e a bebê, o juiz Antonio Marin aprovou o pedido de Gerina submeteu os documentos com a nova paternidade para um funcionário do tribunal de adoção local. Segundo o pai, as mulheres estarão no comando, mas ele vai ajudar tomando conta da menina e passando tempo com a filha.

 
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