Pais de menina transexual de 6 anos denunciam escola nos EUA

Coy Mathis foi proibida de usar o banheiro feminino em sua escolinha.
Pais entraram com queixa em agência de direitos civis do Colorado.


Do Gay1
Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)Coy brinca em sua casa em Fountain, Colorado, na segunda-feira (25) (Foto: Brennan Linsley/AP)
Os pais de uma menina transexual de 6 anos de idade que se nasceu menino no Colorado, nos EUA, entraram com uma queixa na agência estadual de direitos civis depois que a escola onde a criança estuda proibiu que ela use o banheiro feminino.

Com a polêmica em torno do caso da jovem transexual Coy Mathis, diagnosticada com desordem de identidade de gênero, sua família chegou a divulgar fotos que mostram sua aparência claramente feminina.

Segundo a família, Coy age como menina desde os 18 meses de idade. Enquanto o irmão Max só queria saber de dinossauros, Coy brincava com bonecas. Aos 4 anos, falou para sua mãe, Kathryn, que havia algo errado com seu corpo.

"Nós queremos que Coy tenha as mesmas oportunidades educacionais que tem qualquer outra criança no estado do Colorado", disse Kathryn em entrevista à ABC News. Além de Coy e Max, o casal tem outras três filhas.

Desde que entrou na Escola Eagle na cidade de Fountain, Colorado, Coy se apresentou como menina e foi tratada dessa forma por professores e colegas, inclusive usando o banheiro feminino. Em dezembro, no entanto, a administração da escola informou os pais de que Coy não poderia mais usar o banheiro das colegas, recomendando que a criança recorra ao banheiro masculino ou ao da enfermaria.

A menina Coy Mathis, de 6 anos, que nasceu em corpo de menino, foi diagnosticada com desordem de identidade de gênero (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)A menina Coy Mathis, de 6 anos, que nasceu em corpo de menino, foi diagnosticada com desordem de identidade de gênero (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)

Coy (esq.), posa para foto com seu irmão, Max (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)Coy (esq.), posa para foto com seu irmão, Max (Foto: Reuters/Kathryn Mathis)
 
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