Divisão do movimento LGBT deixa Câmara Legislativa sem representantes

DF teve 13 candidatos na luta por direitos humanos.

Publicado em 05/10/14 às 23:56

Por Hernanny Queiroz

Foto: Reprodução

Nenhum candidato do DF com pauta LGBT foi eleito.
As eleições 2014 do Distrito Federal teve 13 candidatos na luta por direitos humanos e 4 que de fato estavam ligados ao movimento LGBT. Porem a divisão dos votos LGBT evitou a eleição de uma candidata ou um candidato.

Somando a quantidade de votos dos quatro, temos um pouco mais de 8 mil votos, mais os votos de outros candidatos que também receberam votos LGBT, seriam suficientes para eleger um candidato de uma coligação menor.

O fato é, enquanto lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais não se unirem e colocarem na cabeça a importância de eleger um representante e não deixar que “ativistas” impõe seus candidatos para conseguir segurar seus cargos de indicações, o DF fica atrasado em aprovações de leis como a 2.515 de 2000.

Fundamentalistas agradecem
Na contra mão dos direitos humanos, foram eleitos 5 candidatos assumidamente contra os direitos LGBT. Um deles é Júlio Cesar da Igreja Universal que foi o distrital mais votado.

Vai ter Paradas?
Talvez não. Nos últimos 4 anos teve um grande número de realização de Paradas do Orgulho LGBT, em suas maiorias com emendas do Deputado Distrital Olair Francisco com a ajuda de Fabiana Ferreira. Agora sem apoios, vai ficar mais complicado para os organizadores conseguir emendas.

Federal
Já para Deputada Federal, Erika Kokay foi reeleita como a terceira mais votada e única do partido. Vai ser mais 4 anos de luta ao lado de Jean Wyllys.
 
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