É dever das escolas combater LGBTfobia que vem de casa, diz ONU

Charles Radcliffe é chefe da seção de assuntos globais do escritório para direitos humanos da ONU em Nova York.

Publicado em 06/08/15 às 23:28

Do Gay1

Charles Radcliffe é chefe da seção de assuntos globais para direitos humanos da ONU em Nova York e conselheiro sobre orientação sexual e gênero nas Nações Unidas.

Foto: UN Photo/Evan Schneider

Charles Radcliffe é chefe da seção de assuntos globais para direitos humanos da ONU em Nova York e conselheiro sobre orientação sexual e gênero nas Nações Unidas.
“Crianças podem aprender atitudes homofóbicas de seus pais, mas as escolas devem fazer todo o possível para combater os estereótipos negativos e promover a aceitação." A análise é de Charles Radcliffe, chefe da seção de assuntos globais do escritório para direitos humanos da ONU em Nova York. Pertinente para este momento em que se discute, no Brasil, se esse assunto deve ou não ser tratado em sala de aula.

Charled também é conselheiro sobre orientação sexual e identidade de gênero nas Nações Unidas, atuando para conscientizar sobre a violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Ele, que também possui uma página sobre o tema no Huffington Post, concedeu uma entrevista ao blog Sakamoto sobre as conquistas dos últimos anos – e a reação conservadora.

Segundo ele, essa reação à efetivação de direitos LGBT é consequência do sucesso do próprio movimento. “Isso enfurece aqueles que nunca quiseram que esse dia chegasse e, agora, sentem o chão, que eles pensavam que era sólido, desaparecer sob seus pés." Para ele, tanto o movimento LGBT quanto o “outro lado" estão mais fluentes, organizados e conectados do que nunca.

Confira a entrevista completa aqui.
 
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