Garoto de 8 anos realiza sonho de aprender a se maquiar como uma drag queen

A mãe do garoto tem uma fala contundente e inspiradora sobre o preconceito que crianças como Ethan enfrentam.

Publicado em 07/01/16 às 20:03

Do Gay1 Mundo

Foto: Reprodução

Joey Killmeyer e o norte-americano Ethan após a maquiagem.
Nesta semana, o norte-americano Ethan, de oito anos, entrou em uma loja de maquiagem na Flórida acompanhado da mãe, onde foi atendido por Joey Killmeyer, maquiador há 15 anos.

Ethan pediu a Killmeyer que lhe ensinasse a fazer uma maquiagem de drag queen, como ele já viu em tutoriais na internet.

Killmeyer, que já trabalhou para o concurso Miss America, disse ao site Huffington Post UK que adorou atender Ethan. "Assim que ele e mãe, Season, entraram na loja, senti uma conexão imediata. Ele me lembrou de mim mesmo quando eu tinha essa idade. Foi tocante poder ajudá-lo a aprender o que ele queria saber".

"[Ethan] também quer aprender a maquiar outras pessoas. Isso é sobre ser criativo, se divertir e ser você mesmo. E é o que a mãe de Ethan está o deixando fazer", disse Killmeyer.

Season, na mesma entrevista, disse que crianças precisam ser "amadas incondicionalmente, cuidadas e encorajadas a descobrirem a si mesmas através de seus verdadeiros talentos e paixões".

"Ao fazer isso enquanto recebem o apoio necessário dos pais, elas constroem autoconfiança e segurança em quem elas são. Nós, pais, devíamos ser as maiores líderes de torcida de nossos filhos."

Foto: Reprodução

Ethan arrasou e ficou lindo!
A mãe do menino tem uma fala contundente e inspiradora sobre o preconceito que crianças como Ethan enfrentam:

"A sociedade precisa se desviar do que é tipicamente conhecido como regras de gênero e estereótipos, e aceitar que é ok um menino usar maquiagem e se expressar como um artista. Isso não define a identidade de seu gênero nem sua preferência sexual. Ele apenas está explorando e sendo uma criança! Julgar muito e ter a mente fechada com esses assuntos não apenas machuca nossas crianças, mas também inibem a liberdade delas de autoexpressão e as impedem de abraçar suas verdadeiras identidades".
 
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