Ato em Maceió pede o fim da violência contra população LGBT

Manifestantes utilizaram o elevado do Cepa, no bairro do Farol. Eles se pintaram com as cores do arco-íris para conscientizar as pessoas.

Publicado em 18/06/16 às 15:12

Do Gay1

Ato em Maceió pede o fim da violência contra população LGBT

Foto: Arquivo pessoal/Vanessa Mota

Protestantes contra violência LGBT se reuniram nesta sexta-feira (17).
O elevado do Cepa, no bairro do Farol, em Maceió, foi palco de um ato pedindo o fim da violência contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais na tarde desta sexta-feira (17).

Sete pessoas pintadas com as cores do arco-íris, símbolo do movimento, e utilizando somente roupas íntimas formavam a expressão “SOS LGBT”. Na passarela, foi pendurada uma faixa, onde podia-se ler, “Levante contra a LGBTFobia”.

“Queremos alertar para o massacre dos LGBTs, fazendo um link com o massacre ocorrido em Orlando [nos Estados Unidos, onde 49 pessoas foram mortas em uma boate frequentada pelo público LGBT], e para os que ocorrem todos os dias aqui no Brasil mesmo. Alagoas é o estado que mais mata LGBTs no país. Por isso viemos aqui pedir respeito”, afirma o ator Udson Pinheiro, integrante do movimento.

Ato em Maceió pede o fim da violência contra população LGBT

Foto: Arquivo pessoal/Vanessa Mota

Ato em Maceió pede o fim da violência contra população LGBT.
Ocupação do Iphan
O ato realizado no elevado do Cepa também faz parte do movimento que ocupou a sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), no bairro do Jaraguá, há cerca de 1 mês.

O protesto, que pedia a recriação do Ministério da Cultura (MinC), que havia sido incorporado do Ministério da Educação (MEC) pelo governo interino, mas depois recebeu novamente status de ministério, agora segue pedindo a saída do presidente em exercício Michel Temer (PMDB).
 
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