Centro LGBT do Arouche vai ser batizado com o nome de Luiz Carlos Ruas

Homem foi morto no último dia 25 de dezembro, ao defender duas mulheres transexuais que sofriam violenta agressão no metrô de São Paulo.

Publicado em 30/12/2016 às 18:34

Centro LGBT do Arouche vai ser batizado com o nome de Luiz Carlos Ruas

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) vai batizar o Centro de Cidadania LGBT do Arouche, na...

Publicado por Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo em Sexta, 30 de dezembro de 2016


A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) vai batizar o Centro de Cidadania LGBT do Arouche, na região central de São Paulo, com o nome de Luiz Carlos Ruas. Ele foi morto no último dia 25 de dezembro, ao defender duas mulheres transexuais que sofriam violenta agressão na estação D. Pedro II do metrô. O Centro atua na defesa dos direitos humanos e, em especial, na proteção da população LGBT, com atendimento jurídico e psicossocial a vítimas de violência, preconceito e discriminação. O centro do Arouche também é a sede do Programa Transcidadania, que por meio de renda, educação e qualificação profissional busca ampliar a visibilidade e garantir cidadania a travestis, mulheres e homens transexuais.

O nome de Luiz Carlos Ruas também passou a integrar o Banco de Referências em Direitos Humanos para a nomeação de logradouros e equipamentos municipais. O Banco foi estabelecido em portaria do dia 27 de dezembro e é composto por nomes de referência na luta por igualdade racial e de gênero, além de personalidades relevantes para as temáticas LGBT, Memória e Verdade, População em Situação de Rua, Cultura, Juventude, Imigrantes, Criança e Adolescente, Política sobre Álcool e Drogas, Educação em Direitos Humanos, Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida e Trabalho Decente.

É esse o último ato da SMDHC em 2016 na gestão do prefeito Fernando Haddad. Ao longo dos últimos quatro anos foram realizados centenas de projetos, programas e ações que objetivaram a promoção de direitos e proteção da população paulistana, que tiveram como foco, invariavelmente, a melhoria das condições de vida de grupos vulneráveis e invisíveis.
 
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