Transexual é morta com mais de 15 tiros e os punhos amarrados

Vítima foi achada morta nesta quarta-feira, atrás de um contêiner de lixo no bairro de Águas Claras, em Salvador.

Publicado em 15/03/2017 às 18:15

Do Gay1 BA
Transexual é morta com mais de 15 tiros e os punhos amarrados
Foto: Reprodução/FacebookCamilinha, como era conhecida, foi alvejada com mais de 15 disparos de arma de fogo.

A transexual Camila Albuquerque foi achada morta na manhã desta quarta-feira (15), no bairro de Águas Claras, em Salvador, e a Polícia Civil investiga se a morte dela é uma vingança contra a morte de um segurança, na Ribeira, na terça-feira (14). A afirmação é do delegado Guilherme Machado, coordenador da 2ª Delegacia de Homicídios (DH), responsável pelo inquérito que investiga a morte dela.

Camila foi encontrada morta atrás de um contêiner de lixo, com os punhos amarrados e vários tiros no corpo. O segurança Djair Souza de Assunção morreu dentro de um carro após ser baleado por uma dupla em uma motocicleta. Ele trabalhava para a mesma empresa onde atuavam os seguranças mortos em um ensaio da banda Harmonia do Samba, no dia 6 de fevereiro.

Transexual é encontrada morta com os punhos amarrados e polícia apura vingança
Foto: Arquivo PessoalSegurança foi morto dentro de carro, na Ribeira, em Salvador.

O caso da morte de Djair é investigado pelo delegado Jamal Amad, coordenador da 3ª Delegacia de Homicídios. Jamal diz que as primeiras informações apontam que Camila teria marcado um encontro com o segurança no local onde ele foi morto.

"Há indícios também de que uma discussão entre o segurança e pessoas desconhecidas há alguns dias teria motivado o crime”, afirma o delegado. Ainda segundo a polícia, Camila e Djair se comunicavam por meio de um aplicativo de troca de mensagens.

A polícia informou ainda que diligências são feitas para capturar os envolvidos em ambos os crimes. Familiares e testemunhas são chamadas para serem ouvidas. Quem tiver informações que possam auxiliar nas investigações, poderá encaminhá-las pelo Disque Denúncia, no telefone (071) 3235-0000, com sigilo garantido.

 
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